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 Henry Donnely

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AutorMensagem
William Shakespeare
Admin


Mensagens : 41
Data de inscrição : 09/07/2009

MensagemAssunto: Henry Donnely   Sex Jul 17, 2009 11:38 am

[Dados do Player]

Nome: Renata [Rê]
Idade: 22 anos
E-mail: renatadesouzaleao@hotmail.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) renatadesouzaleao@hotmail.com / renatadesouzaleao@yahoo.com.br
Tem outro personagem no RPG? Não

[Dados do Personagem]


Nome: Henry Donnely
Idade: 19 anos
Data de Nascimento: 15 de fevereiro de 1990
Local de Origem: Dublin, Irlanda
Artista utilizado: Chace Crawford
Características Físicas: 1.80m, cabelos castanhos, olhos azuis, corpo atlético
Características Psicológicas: "Henry é um jovem sério, compenetrado, um tanto quanto retraído, não confia em ninguém, pois guarda para si uma série de pensamentos acusatórios, que, o seguem depois da morte do pai. Seu jeito pode ser obscuro, porém, ainda assim consegue,em certas situações, deixar que seu temperamento gentil e cavalheiro venha à tona em certas situações."

Biografia:

Vocês já ouviram a máxima “Decepção não mata, ensina a viver.”? Eu acredito veementemente nessa frase. Acredito que com a maior decepção que tive na vida, meus olhos se abriram para muitos detalhes que antes me passavam despercebidos. Mas comecemos devagar.

A decepção de que vos falo é a morte de meu pai. Assassinato, creio eu. O que ela me ensinou? Nunca, repito, nunca confiar em ninguém. Seus inimigos podem estar mais próximos do que você imagina. Até mesmo dentro de sua própria casa, por mais absurdo que isso possa parecer.

Antes da morte de Patrick Donnely, eu era um adolescente como outro qualquer. Não percebia as maldades do mundo, e era, digamos, feliz com a realidade que me cercava. Sempre tive tudo de que precisei, materialmente e emocionalmente. Nunca me faltou uma família amorosa, amigos leais, dinheiro, belas namoradas, instrutivas e inspiradoras conversas com o meu pai... Nada. Por mais que eu parecia ter tudo, consegui aprender com ele a necessidade de ser educado, gentil, cavalheiro e até mesmo humilde. Consegui lutar contra a natural arrogância que parece intrínseca aos herdeiros de uma grande fortuna. Consegui vencer o egocentrismo que por vezes aparece quando se é filho único. Mas tudo não passava de uma falsa percepção da realidade. Não falo do amor e dos ensinamentos de meu pai, mas de todo o resto. Somente o dinheiro era real. Todas as outras coisas, entre elas, a lealdade dos até então chamados “amigos”, o amor do restante de minha família, a paixão das mulheres, tudo era falso. E tudo girava em torno do dinheiro.

Acho que posso definir minha vida de uma forma bastante simples e compreensível a qualquer um. Patrick Donnely, meu pai, o verdadeiro dono de todo aquele dinheiro que circula em minha família, era o único que não tinha motivos para fingir ser uma pessoa que realmente não é. Os outros, até mesmo minha tão afetuosa mãe de origem humilde, poderia estar ligada ao meu pai por interesse, não é mesmo? O fato como Grace Donnely rapidamente superou a morte do marido e pareceu se aproximar romanticamente de meu suspeitável tio de uma maneira inexplicável só consegue reforçar minhas teorias.

Meu tio é outro que não consigo tolerar. Eu nunca entendi por que é que ele se deu o luxo – ou o trabalho, que seja – de se mudar para o castelo onde minha família passou a morar, após a morte de meu avô. Por favor, poupe-me daquela história de ficar junto da família numa hora tão difícil. Todos nós precisamos de privacidade, e ele era perfeitamente capaz de manter-se em alguma mansão no Condado de Antrim. Por mais que o castelo seja gigantesco. Eu só consigo pensar em um motivo para isso. E não envolve seu laço fraternal com meu pai. Financeiramente falando, apesar de Connor Donnely não ser nem de perto tão rico quanto meu pai era, ele não era nenhum “classe média”, também.

Mudamos para o tal castelo após o falecimento de meu avô, Marcus Donnelly, e desde então, meu pai – até dois anos atrás, quando sua vida fora ceifada –, minha mãe, meu tio – por razões que me fogem, no momento. Ou talvez não... – trabalharam para transformá-lo em um grande centro educativo, o que acabou por ser feito. O Stratford-upon-Avon Institute, colégio interno muito bem conceituado no país, da mais alta qualidade, que tem sua localização no Castelo Dunluce, Condado de Antrim, é ocupado por centenas de estudantes e, a princípio, eu consegui me acostumar forçadamente a isso. Não suportava a idéia de ter que aguentar inúmeros desconhecidos no que antigamente era somente a minha casa. Mas respeitei, por saber que era a realização do sonho de todos eles: Patrick, Grace, Connor. Eles mereciam mais do que um adolescente indignado com a nova vida que levaria, de agora em diante. Ou pelo menos um deles merecia.

Só que depois que perdi meu pai, comecei a apreciar a presença de várias pessoas ao meu redor. Por mais que não tenha laços fortes com nenhuma delas, os estudantes, professores e funcionários de vez em quando conseguem me tirar da realidade que agora me consome e atormenta. Além disso, o Instituto mantém minha mãe e meu tio um tanto ocupados. E fora do meu caminho.

E pensar que, algum tempo atrás, eu acreditava que minha vida era “simples demais”, “fácil demais” ...

Doce ilusão.
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